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RELEASES

Santa Casa de São José dos Campos realiza o 300º transplante de fígado

Referência em transplante de fígado desde 2009, quando deu início a esse atendimento, a Santa Casa de São José dos Campos realiza nesta quarta-feira (12) o 300º procedimento.
 
“Batalhamos muito para oferecer esse serviço em nossa região e hoje, 11 anos depois, temos uma das melhores avaliações do Estado e celebramos essa marca alcançada, pois, cada transplante bem-sucedido é uma vida salva”, fala o provedor da Santa Casa de São José dos Campos, Ivã Molina.
 
O fígado é uma glândula constituída por milhões de células – os hepatócitos –, localizada no lado direito do abdômen, que produz substâncias essenciais para o equilíbrio do organismo. Apesar de ter potencial capacidade de recuperação, algumas doenças provocam insuficiência hepática aguda ou crônica grave que podem levar ao óbito. Diante desse quadro, o único recurso terapêutico é o transplante de fígado.
 
 
Como é o transplante
 
Quando o órgão que será transplantado é de pessoa que teve morte encefálica constatada, e depois de obter a autorização da família para utilizá-lo, uma equipe especializada retira o fígado, que é preservado em soluções especiais a quatro graus centígrados e transportado para o hospital onde será transplantado no receptor compatível indicado pela Secretaria de Saúde.
 
O procedimento envolve suturas nas principais vias sanguíneas que passam pelo fígado (veia cava, veia porta e artéria hepática) e o restabelecimento do fluxo da bile, que é produzida no fígado e lançada no intestino.
 
O transplante de fígado de cadáver, que pressupõe apenas a cirurgia do receptor, em média, leva de 6 a 8 horas, mas pode chegar a até doze horas.
 
 
Vida nova
 
O ano de 2020 começou com esperança renovada para o autônomo José Ben Hur Caldas, 62 anos, de São Sebastião, Litoral Norte de São Paulo. Portador de uma cirrose hepática, decorrente de hepatite C, ele ganhou nova vida após receber um fígado no dia 15 de janeiro. Ele aguardava pelo transplante desde junho do ano passado. “Estávamos aguardando com muita ansiedade esse dia e quando a enfermeira ligou avisando, senti uma alegria imensa, afinal, nossas súplicas ao Pai Criador tinham sido atendidas”, lembra Caldas.
 
O paciente está se recuperando do procedimento, sem intercorrências. “Me sinto muito bem, sem dores ou febre. Não tenho mais cansaço ou desânimo. Estou feliz”, fala.
 
Caldas ressalta a importância do gesto da doação de órgãos e a transformação que o ato resulta na vida do próximo. “É o início de uma nova vida para o receptor e um ato de amor incondicional da família doadora. Somente famílias que amam muito são capazes desse ato tão importante para pacientes que se encontram nas filas, muitas vezes dependendo de máquinas para sobreviver”, salienta. “Queremos aproveitar a oportunidade para agradecer à toda equipe Santa Casa de São José dos Campos pelo acolhimento, cuidado e eficiência de cada um. É notável a preocupação em proporcionar o melhor atendimento ao paciente. Que o Pai Criador abençoe cada um hoje e sempre”, conclui.

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